O tempo é precioso e eu me toquei, antes tarde do que nunca, que preciso gastar o meu com coisas boas, com felicidade e comigo, sobretudo comigo. Que tinha ficado tão esquecida por um tempo e tão escondida atrás de sentimentos e pessoas, de meias verdades e dessa meia luz, que nunca me iluminou completamente, mas que sempre teve um dom incrível pra escurecer sem dó.
De tão difíceis e tristes, certas coisas se tornam absolutamente insustentáveis, mesmo pra quem é teimoso, como eu, e acredita que uma hora ou outra o amargo vira doce.
Milagres não acontecem e o inverso é ainda pior: o seu doce pode amargar e aí, meu bem, já era, né? Quem quer piorar? Eu não quero!
Já que é assim, então, o segredo é entender, e entender mesmo, por mais que machuque, entender e tirar de dentro a força que nem mesmo sonha que tem pra fingir que não sente mais, pra não olhar, pra não querer e pra fingir pra todo mundo. Até pra você, até pra mim. De tanta força e de tanto fingir, um dia o jogo muda. E eu posso me sentir iluminada novamente, não com aquela luz fraca, mas com um sol inteiro e vazio de meias verdades.
O que eu quis por muito tempo foi atenção, foi presença, foi seu tempo, tudo que não era meu e nem eu.
E agora eu quero ser minha, sem aqueles olhares, sem aquelas saudades, sem aquilo que eu não tinha. Quero ser minha, me dar atenção, me curtir e perceber cada detalhe meu. Exatamente como eu fazia enquanto você dormia, enquanto ao fazer tudo isso, sem querer, eu me esquecia.
E eu tô gostando de me ter, de ser minha. Tô do gostando da meia luz, enquanto ela chega sozinha.
Camila
terça-feira, 12 de abril de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
Todo carnaval tem seu fim...
E a vida fica assim: como toda quarta-feira de cinzas.
O céu fica cinza, o chão nem existe, as portas se fecham, as janelas, violentas, batem, do futuro não se espera, o presente machuca e o passado acolhe, me escolhe e chama.
Ausência que dói, que sufoca, que para o mundo, o tempo, que escurece todo aquele colorido. Deixa uma nuvem, bem aqui, no coração.
Meu carnaval acabou sem querer, por obrigação, sabe? Por falta de samba, justo quando eu tinha uma orquestra toda em mim, justo quando eu só queria viver e morrer ouvindo essa música.
Talvez uma melodia gostosa comece a tocar, quem sabe...Não igual, nunca igual. Essa letra era a forma perfeita pra mim, pra mim e só pra mim. Perfeita e cheia de erros e castigos e pecados e dor e prazer, dor com prazer.
Agora que acabou, tô preparando meu ouvido pra gostar do que não quer e pra esquecer o quanto aquele som é que era o bom. O quanto aquele era o som ruim.
Por enquanto, antes de acreditar de novo, de querer de novo, de viver de novo, vou tirar as máscaras, jogar todas no lixo, vou lavar o rosto, trocar as roupas de festa, vou colocar as minhas de novo e lembrar, tentar lembrar, procurar por mim, perdida aqui, no que ainda sobra de você. Vou me desfazer das fantasias que já não servem mais, por conhecer de outros carnavais, não participo dos próximos.
O buraco vai fechar e eu vou entender que esse carnaval começou no dia errado, fadado a acabar, a música tocou ao contrário, a quarta-feira chegou mais cedo, chegou mais tarde. Escureceu tudo ao redor, anunciou, assustou, libertou e foi embora, como muita coisa tem ido.
Camila
O céu fica cinza, o chão nem existe, as portas se fecham, as janelas, violentas, batem, do futuro não se espera, o presente machuca e o passado acolhe, me escolhe e chama.
Ausência que dói, que sufoca, que para o mundo, o tempo, que escurece todo aquele colorido. Deixa uma nuvem, bem aqui, no coração.
Meu carnaval acabou sem querer, por obrigação, sabe? Por falta de samba, justo quando eu tinha uma orquestra toda em mim, justo quando eu só queria viver e morrer ouvindo essa música.
Talvez uma melodia gostosa comece a tocar, quem sabe...Não igual, nunca igual. Essa letra era a forma perfeita pra mim, pra mim e só pra mim. Perfeita e cheia de erros e castigos e pecados e dor e prazer, dor com prazer.
Agora que acabou, tô preparando meu ouvido pra gostar do que não quer e pra esquecer o quanto aquele som é que era o bom. O quanto aquele era o som ruim.
Por enquanto, antes de acreditar de novo, de querer de novo, de viver de novo, vou tirar as máscaras, jogar todas no lixo, vou lavar o rosto, trocar as roupas de festa, vou colocar as minhas de novo e lembrar, tentar lembrar, procurar por mim, perdida aqui, no que ainda sobra de você. Vou me desfazer das fantasias que já não servem mais, por conhecer de outros carnavais, não participo dos próximos.
O buraco vai fechar e eu vou entender que esse carnaval começou no dia errado, fadado a acabar, a música tocou ao contrário, a quarta-feira chegou mais cedo, chegou mais tarde. Escureceu tudo ao redor, anunciou, assustou, libertou e foi embora, como muita coisa tem ido.
Camila
segunda-feira, 7 de março de 2011
O preço que se paga às vezes é alto demais
Nada e um monte de coisas. Perdida, perdendo e perdendo tempo. Entregue. Na solidão, na multidão, algo que não se explica, que não se encaixa.
Pensamentos soltos e presos, velhas ideias arraigadas em velhas certezas, e tolas, que fazem com que um pé fique no passado e um aqui, quase no presente.
(In)certeza de que só se ama uma vez e que o preço que se paga é alto demais.
Uma doçura explosiva e cansada, de mim, de tudo, das velhas e infiéis histórias, dos velhos e infiéis desejos, das manias, recentes, presentes, insistentes.
Nada que valha tanto a pena, mas muito do que merece o melhor e não tem encontrado. Porque não deixa, porque adia, espera, ilude e aborta, um filho atrás do outro.
Disposição pra pagar todos os pecados, menos o de acreditar que só se vive uma vez. Por mais cabeça dura que seja, eu sei que há vida sempre e mais, muitas e muitas vezes e que ela começa em mim. Lá no fundo e onde somente eu enxergo. E é em mim que está o açúcar pro meu café e todos os pares pra minha dança.
Camila
Pensamentos soltos e presos, velhas ideias arraigadas em velhas certezas, e tolas, que fazem com que um pé fique no passado e um aqui, quase no presente.
(In)certeza de que só se ama uma vez e que o preço que se paga é alto demais.
Uma doçura explosiva e cansada, de mim, de tudo, das velhas e infiéis histórias, dos velhos e infiéis desejos, das manias, recentes, presentes, insistentes.
Nada que valha tanto a pena, mas muito do que merece o melhor e não tem encontrado. Porque não deixa, porque adia, espera, ilude e aborta, um filho atrás do outro.
Disposição pra pagar todos os pecados, menos o de acreditar que só se vive uma vez. Por mais cabeça dura que seja, eu sei que há vida sempre e mais, muitas e muitas vezes e que ela começa em mim. Lá no fundo e onde somente eu enxergo. E é em mim que está o açúcar pro meu café e todos os pares pra minha dança.
Camila
sábado, 5 de março de 2011
A dor e a delícia
Tenho vivido como se meu corpo fosse todo feito de estômago e eu tivesse morrendo de fome todo tempo. Um vazio profundo por todas as partes e em inúmeros momentos, na solidão ou na multidão.
E aí? E aí sou eu que pergunto. Como será que faz pra sair disso? O que será que falta, quando parece que já tem tudo. Porque pensar na minha vida, nos meus supostos problemas, na minha merda de vontade que nunca é satisfeita, me deixa tão triste, triste, triste e triste. E eu já to cansada de disfarçar essa fome e ninguém mais acredita que eu não sinta. Tá tão nítido, qualquer um percebe, até eu mesma percebi.
Tem mil pessoas falando por mim, pra mim, de mim, de você e me deixando maluca. Maluca, sabia? Porque o problema não é mais acreditar, saber, querer, odiar ou amar. O problema é bem mais embaixo, queridos, o problema é que mesmo que eu saiba o que eu preciso, e olha que eu não sei, eu não tô sabendo fazer. Eu não sei, ué. Será que era pra eu ter vergonha disso?
Mas eu já tenho tanta coisa, não tem espaço pra ficar sentindo vergonha como uma virgem de quinze anos. Eu nem tenho mais quinze anos, tô quase chegando aos vinte e dois e aqui: perdida nessa vida e nesse mundo e nesses sentimentos e em mim, principalmente em mim.
Tenho infinitos e infinitos momentos cheios da mais perfeita consciência e de prazer, de libertação, de alegria, de paixão, de certeza, de desprendimento e de paz, muita paz. Entretanto, há outros infinitos momentos de perturbação, inquietação, medo, angústia, ansiedade, nos quais eu me sinto uma, praticamente, fugitiva. De mim, das minhas atitudes, do que eu ouço, vejo e de tudo que eu preciso fazer. Fujo, literalmente até, pensando que assim posso me manter segura. Só que eu estou em mim, né?! E daqui eu não saio, moro sozinha e acompanhada, por todos esses infinitos, infinitos e infinitos sentimentos.
É lógico que eu sei que é um desperdício, que eu devia agradecer mais e dar um jeito na vida, ficar mais feliz do que triste e tudo mais, você já falou e eu mesma sei, o problema aqui não é lucidez. Lúcida eu, ainda, tô, saber eu sei, e também acho insustentável.
Ainda não é hoje que a minha fome vai passar, eu tô comendo a coisa errada e não tô encontrando a certa pra vender.
Só que quem sabe uma hora dessas, sem muito procurar, sem muita esperança, eu me deixe preencher, não é?
Já fiz isso algumas vezes e, espero e acredito, ainda lembro o sabor.
Camila
E aí? E aí sou eu que pergunto. Como será que faz pra sair disso? O que será que falta, quando parece que já tem tudo. Porque pensar na minha vida, nos meus supostos problemas, na minha merda de vontade que nunca é satisfeita, me deixa tão triste, triste, triste e triste. E eu já to cansada de disfarçar essa fome e ninguém mais acredita que eu não sinta. Tá tão nítido, qualquer um percebe, até eu mesma percebi.
Tem mil pessoas falando por mim, pra mim, de mim, de você e me deixando maluca. Maluca, sabia? Porque o problema não é mais acreditar, saber, querer, odiar ou amar. O problema é bem mais embaixo, queridos, o problema é que mesmo que eu saiba o que eu preciso, e olha que eu não sei, eu não tô sabendo fazer. Eu não sei, ué. Será que era pra eu ter vergonha disso?
Mas eu já tenho tanta coisa, não tem espaço pra ficar sentindo vergonha como uma virgem de quinze anos. Eu nem tenho mais quinze anos, tô quase chegando aos vinte e dois e aqui: perdida nessa vida e nesse mundo e nesses sentimentos e em mim, principalmente em mim.
Tenho infinitos e infinitos momentos cheios da mais perfeita consciência e de prazer, de libertação, de alegria, de paixão, de certeza, de desprendimento e de paz, muita paz. Entretanto, há outros infinitos momentos de perturbação, inquietação, medo, angústia, ansiedade, nos quais eu me sinto uma, praticamente, fugitiva. De mim, das minhas atitudes, do que eu ouço, vejo e de tudo que eu preciso fazer. Fujo, literalmente até, pensando que assim posso me manter segura. Só que eu estou em mim, né?! E daqui eu não saio, moro sozinha e acompanhada, por todos esses infinitos, infinitos e infinitos sentimentos.
É lógico que eu sei que é um desperdício, que eu devia agradecer mais e dar um jeito na vida, ficar mais feliz do que triste e tudo mais, você já falou e eu mesma sei, o problema aqui não é lucidez. Lúcida eu, ainda, tô, saber eu sei, e também acho insustentável.
Ainda não é hoje que a minha fome vai passar, eu tô comendo a coisa errada e não tô encontrando a certa pra vender.
Só que quem sabe uma hora dessas, sem muito procurar, sem muita esperança, eu me deixe preencher, não é?
Já fiz isso algumas vezes e, espero e acredito, ainda lembro o sabor.
Camila
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Armas químicas e poemas
Minha vida parece a de outra pessoa e eu não sei se consigo ser a mesma.
Parece que eu dei uma pausa infinita e que não sei mais fazer tudo correr, eu ouço coisas que me paralisam, vejo coisas que não acredito e penso em milhares de outras, tudo ao mesmo tempo.
Minha vida parou, meus atos, meus dias, tudo parou. Mas minha cabeça, minha querida amiga de todas as horas, não para, não para um minuto e me enlouquece.
Lágrimas e sorrisos, ódio e amor,presença e ausência, medo e certeza, bem e mal, verdade e mentira, saudade e alívio, muita tristeza e alegria, armas químicas e poemas.
Assim como minha cabeça não para, meu coração não para de se dividir, em milhares e milhares de pedacinhos e cair por aí, perdido e sem saber o que sentir.
Cedo ou tarde algumas coisas têm de acontecer. Minha cabeça vai parar, minha vida vai andar e meu coração vai sentir de novo, o que deve e o que não deve, mas vai sentir.
Vou conseguir avaliar cada detalhe de tudo que anda acontecendo e seguir em frente, da melhor maneira que eu puder. É nisso que eu devo acreditar e é isso que importa.
Camila
Parece que eu dei uma pausa infinita e que não sei mais fazer tudo correr, eu ouço coisas que me paralisam, vejo coisas que não acredito e penso em milhares de outras, tudo ao mesmo tempo.
Minha vida parou, meus atos, meus dias, tudo parou. Mas minha cabeça, minha querida amiga de todas as horas, não para, não para um minuto e me enlouquece.
Lágrimas e sorrisos, ódio e amor,presença e ausência, medo e certeza, bem e mal, verdade e mentira, saudade e alívio, muita tristeza e alegria, armas químicas e poemas.
Assim como minha cabeça não para, meu coração não para de se dividir, em milhares e milhares de pedacinhos e cair por aí, perdido e sem saber o que sentir.
Cedo ou tarde algumas coisas têm de acontecer. Minha cabeça vai parar, minha vida vai andar e meu coração vai sentir de novo, o que deve e o que não deve, mas vai sentir.
Vou conseguir avaliar cada detalhe de tudo que anda acontecendo e seguir em frente, da melhor maneira que eu puder. É nisso que eu devo acreditar e é isso que importa.
Camila
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Solidão, que nada!
Domingo. Primeiro dia da semana, primeiro dia de vida nova. E que vida boa, venho agora a saber.
Aquele lugar pequeno, frio e vazio me fazia ter medo do que viria e de quem viria. E quem veio, de repente, naquele mesmo dia? Alguém que de algum modo eu já conhecia e que, desde o primeiro dia, é o que se chama de melhor amiga.
Um rápido telefonema, uma quase intimidade, um até amanhã e uma noite, por mim, não dormida.
Depois, um ‘oi, tudo bem?’, um abraço, dois abraços, três abraços e aí está a melhor amiga que esperava tanto encontrar.
O encontro foi pleno, com cara de reencontro, o lugar pequeno e vazio se tornou grande e cheio, cheio, cheio de amor, de cumplicidade e de alegria.
Minha melhor amiga, ou irmã, ou companheira, ou melhor: minha tudo isso e mais um pouco, tornou cada dia melhor do que eu imaginava que poderia ser, tornou a realização de cada sonho um pouco melhor, tornou os problemas pequenos e as alegrias enormes.
Os dias seguintes àquele foram dias de conhecer, de aprender, de entender e de, rapidamente, saber cada detalhe no olhar, nos gestos e no silêncio.
Foram e são dias de chorar e rir e chorar de rir, de dividir as maiores besteiras do mundo e as coisas mais sérias, dias de dividir, dividir e multiplicar tudo, fazendo com que cada um que, de longe, olha perceba ali algo verdadeiro.
Quem chegou naquele dia, chegou pra ficar. Trouxe família, amigos e sonhos, trouxe tudo pra passar a vida inteira aqui. Veio e ficou por ser capaz de ouvir sem julgar, de entender sem concordar, de alegrar, de confiar e respeitar e, sobretudo, veio e ficou por não a ter conhecido e sim, reconhecido. Por ser, entre tantas outras, a capaz de ser diferente e ser especial, desde sempre e sempre mais.
Solidão? Que nada!
Muitos telefonemas, muita intimidade, saudade, amizade, segredos, conselhos, verdades e muitos outros abraços.
- Até amanhã às 20 pras 8, tá?
Camila
Aquele lugar pequeno, frio e vazio me fazia ter medo do que viria e de quem viria. E quem veio, de repente, naquele mesmo dia? Alguém que de algum modo eu já conhecia e que, desde o primeiro dia, é o que se chama de melhor amiga.
Um rápido telefonema, uma quase intimidade, um até amanhã e uma noite, por mim, não dormida.
Depois, um ‘oi, tudo bem?’, um abraço, dois abraços, três abraços e aí está a melhor amiga que esperava tanto encontrar.
O encontro foi pleno, com cara de reencontro, o lugar pequeno e vazio se tornou grande e cheio, cheio, cheio de amor, de cumplicidade e de alegria.
Minha melhor amiga, ou irmã, ou companheira, ou melhor: minha tudo isso e mais um pouco, tornou cada dia melhor do que eu imaginava que poderia ser, tornou a realização de cada sonho um pouco melhor, tornou os problemas pequenos e as alegrias enormes.
Os dias seguintes àquele foram dias de conhecer, de aprender, de entender e de, rapidamente, saber cada detalhe no olhar, nos gestos e no silêncio.
Foram e são dias de chorar e rir e chorar de rir, de dividir as maiores besteiras do mundo e as coisas mais sérias, dias de dividir, dividir e multiplicar tudo, fazendo com que cada um que, de longe, olha perceba ali algo verdadeiro.
Quem chegou naquele dia, chegou pra ficar. Trouxe família, amigos e sonhos, trouxe tudo pra passar a vida inteira aqui. Veio e ficou por ser capaz de ouvir sem julgar, de entender sem concordar, de alegrar, de confiar e respeitar e, sobretudo, veio e ficou por não a ter conhecido e sim, reconhecido. Por ser, entre tantas outras, a capaz de ser diferente e ser especial, desde sempre e sempre mais.
Solidão? Que nada!
Muitos telefonemas, muita intimidade, saudade, amizade, segredos, conselhos, verdades e muitos outros abraços.
- Até amanhã às 20 pras 8, tá?
Camila
Dois em um
Talvez, e só talvez, porque eu quase nada sei, mas muito desconfio, como já diria alguém por aí, talvez mais que amor, que respeito, carinho, que cuidado, sensibilidade, que a companhia, que o ombro, os ouvidos, o corpo todo, a presença, talvez mais que qualquer coisa, a confiança seja a base e o que há de mais necessário em um relacionamento, qualquer que ele seja.
Confiar e se entregar de olhos fechados a alguém é o que há de mais puro, de mais verdadeiro nas pessoas, é simplesmente ter certeza das intenções e, principalmente, das atitudes alheias e sentir-se absolutamente seguro em qualquer circunstância.
É muito mais fácil que o amor, o respeito, os carinhos, cuidados e sensibilidade sejam demonstrados plenamente em relações cujo sentimento preponderante seja a confiança. A companhia, o ombro, os ouvidos e a presença tornam-se infinitamente melhores vindos de alguém em quem se confia e que, ao mesmo tempo, retribui com confiança, fazendo com que tudo aconteça de um jeito melhor.
Que os meus relacionamentos, de qualquer espécie, sejam baseados nela. Que é tão necessária, tão graticante, nos faz tão leves e normais. E que, se não todo mundo, a maioria das pessoas cultive relacionamentos assim. É tão bom se entregar completamente pra outras pessoas, mas tem que ser de verdade e por inteiro. Pra nada ficar incompleto.
Camila
Confiar e se entregar de olhos fechados a alguém é o que há de mais puro, de mais verdadeiro nas pessoas, é simplesmente ter certeza das intenções e, principalmente, das atitudes alheias e sentir-se absolutamente seguro em qualquer circunstância.
É muito mais fácil que o amor, o respeito, os carinhos, cuidados e sensibilidade sejam demonstrados plenamente em relações cujo sentimento preponderante seja a confiança. A companhia, o ombro, os ouvidos e a presença tornam-se infinitamente melhores vindos de alguém em quem se confia e que, ao mesmo tempo, retribui com confiança, fazendo com que tudo aconteça de um jeito melhor.
Que os meus relacionamentos, de qualquer espécie, sejam baseados nela. Que é tão necessária, tão graticante, nos faz tão leves e normais. E que, se não todo mundo, a maioria das pessoas cultive relacionamentos assim. É tão bom se entregar completamente pra outras pessoas, mas tem que ser de verdade e por inteiro. Pra nada ficar incompleto.
Camila
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